Como preparar um carro para DRIFT?

Nesse post iremos mostrar todos os quesitos a serem seguidos para você preparar o seu carro e começar a praticar o drift!

Mas, o que é o drift? Basicamente, é uma técnica de deslizar com as rodas traseiras do carro sobre o asfalto, queimando pneu e fazendo muita fumaça, literalmente fazer o carro andar de lado.

  1. Tração Traseira: O principal quesito para o seu carro começar a fazer o drift, é ele ser tração traseira. A maioria dos carros são tração dianteira, o que significa que as rodas da frente puxam o carro, já nos tração traseiras, as rodas traseiras que empurram o carro.

2. Freio de Mão Hidráulico: Consiste em um freio de mão mais forte que o original do carro, que serve apenas para estacionar. É retrabalhado todo o sistema de pinças para que o freio seja instalado, podendo assim ser puxado em alta velocidade e assim travando as rodas traseiras durante a pilotagem.

3. Soldar o Diferencial: Basicamente, o diferencial tem como função girar as rodas de maneira uniforme conforme a inclinação do carro sobre o asfalto. Soldando essa peça, as 2 rodas irão girar sempre juntas, tornando assim mais fácil para o carro escorregar de traseira e fazer o drift.

4. Pneus: Nesse quesito, vai muito do gosto de cada piloto escolher o pneu que mais lhe agrada, tanto na qualidade, quanto no preço. Pode não parece tão importante, mas tenha certeza que vai precisar de no minimo 1 jogo de pneus. Eles costumam gastar bastante fazendo a prática do Drift, durando até 2o minutos de uso intenso.

Sempre haverá melhorias a serem feitas em um carro para fazer drift, porém com esses quesitos básicos citados acima, você ja pode se divertir e muito nas pistas com o seu carro. Continue sempre ligado nas novas postagens do nosso blog, pois ainda vem muito conteúdo sobre DRIFT e todo esse mundo automobilístico!

Os 5 melhores Carros nacionais de DRIFT.

Nesse post iremos mostrar os 10 melhores carros de drift do brasil, tanto no quesito de investimento sobre o carro, quanto no quesito visual. Lembrando, esse post não segue nenhum padrão de avaliação homologado.

  1. Diego Higa, Tri Campeão Brasileiro de Drift com seu 350z todo preparado.

2. Tiago Romano, com seu Subaru BRZ.

3. Rafael Maeoka, e seu Nissan Silvia S14.

4. João Barion, com seu Corvette Z 06.

5. Jonatan JJ, com seu Nissan Silvia S15.

Lembrando, não existe um melhor e um pior e sim gostos e estilos, cada um fez o seu carro baseado no que se sente melhor pilotando e visualmente agrandando o seu gosto pessoal.

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CheckList para comprar seu 1º BMW E36 antigo:

Que este carro é um ícone dos anos 90 todo mundo já sabe, mas agora como fazer uma compra segura de um carro desses já não é tão simples quanto parece. São vários itens que precisam ser analisados com calma antes de tomar qualquer iniciativa de compra.

O seu carro dos sonhos pode se tornar um pesadelo se alguns desses itens forem ignorados. Um bom dono de um carro sabe explicar sobre manutenções e tudo o que foi feito no veículo, caso contrário suspeite e verifique esses pontos:

  1. Vazamentos de óleo: Verifique se possui vazamentos no motor e tome muito cuidado se houver vazamentos no câmbio ou na direção hidráulica, esse tipo de vazamento pode le causar grandes prejuízos.
  2. Motor: Verifique o óleo no motor, se possui vazamento de água ou óleo. Confira também se a correia dentada e a correia de poli estão muito ressecadas ou quebradiças. Se sim talvez a manutenção não tenha sido feita da maneira certa. Cheque também se a temperatura do carro se mantem estabilizada, esses carros costumam ter problemas de aquecimento.
  3. Freios: Um carro de mais de 20 anos precisa também freiar, verifique como esta o estado das pastilhas e discos, se tiver muito arranhado, saiba que precisa de uma certa atenção.
  4. Suspensão: Por si só esse carro já tem uma suspensão mais dura que o normal, mas não deixe de andar por uma rua ruim para prestar atenção em barulhos estranhos. Esse ponto você não precisa se preocupar muito, como já havia falado, é um carro de mais de 20 anos que sempre terá coisas a fazer.
  5. Câmbio Automatico: Por ser um câmbio automático antigo, verifique com o dono se as trocas do óleo foram feitas conforme necessária e cuide muito se o carro der trancos ao sair.

A finalidade desse post é ajudar e esclarecer pontos que podem te trazer uma dor de cabeça mais para frente, mas o correto mesmo é sempre levar em um mecânico de sua confiança e pedir para ele fazer uma analise completa do carro. Um carro de mais de 20 anos sempre terá alguns pontos a serem arrumados mas não desanime! O carro com certeza irá te fazer muito feliz!

JDM – O que significa?

Para dar início ao nosso blog, não podemos deixar de fora uma das mais ricas culturas automotivas, é, sem dúvida, o JDM, cuja complexidade já começa pela definição. JDM é a sigla para Japanese Domestic Market, ou “Mercado Doméstico Japonês” os produtos feitos no Japão para serem comercializados dentro do Japão. E isto, obviamente, inclui os carros.

Só que esta é a definição literal de JDM, aquela que você vai encontrar na Wikipedia. A definição cultural no mundo automotivo, a que nos interessa neste guia, tem muito mais a ver com um estilo de personalização inspirado nos carros japoneses e adotado no mundo todo, com várias vertentes. É deles que vamos falar hoje.

A história do JDM está ligada ao automobilismo japonês. Diferentemente do que acontece na Europa e nos EUA, não há muitos registros sobre a história automobilística japonesa, ao menos, não no ocidente. O que significa que a maior barreira para entendermos as raízes do estilo japonês de personalização é o idioma. Mas isso não nos impede de ir a fundo e descobrir de onde vem a cultura de rua do Japão.

Bora conhecer melhor?

Nos carros mais antigos, fenders não são obrigatórios, mas muito presentes. O olhar leigo pode até confundi-los com os carros modificados europeus, mas no JDM é possível notar que há um pouco mais de discrição e preocupação em manter certos aspectos originais do carro, como frisos, para-choques, pinturas e outros detalhes, vemos muitos german/euro look com carroceria alisada (sem maçanetas, emblemas ou frisos) e cores anacrônicas, trazidas de outras décadas. Para-lamas alargados também são muito populares, assim como para-choques dianteiros complementados com Lips. Essencial é o ajuste esportivo na suspensão, quase sempre feito com componentes aftermarket de primeira linha e um cuidadoso estudo da geometria da suspensão e cambagem, algo possível graças ao fato de o Japão ser um verdadeiro celeiro de fabricantes de autopeças e por diversos mecânicos de oficinas renomadas serem ex-pilotos.

Não podemos esquecer do ponto principal, as RODAS!

Além da legislação e da disponibilidade de componentes, há também a questão cultural: como os europeus, os japoneses curtem rodas de menor diâmetro (13 ou 14 polegadas, no máximo 15) e doses generosas de borracha, enquanto os americanos e brasileiros preferem pneus de perfil mais baixo e rodas maiores, acima de 17 polegadas, mas é óbvio que gosto varia de pessoa para pessoa.

A roda mais clássica desse estilo são as aclamáveis Volk Rays TE37, não tem como passar despercebida. De fácil combinação, essa roda fica bem com praticamente qualquer carro e é um ícone no Japão.

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